18
Jul 10

Casa Brasonada de Castelões de Cepeda em Paredes

 

É esta uma das duas casas brasonadas que conheço em Paredes. Sei que pertenceu e ainda pertence parcialmente à minha família. Metade, a parte mais clara foi demolida e deu origem a um prédio de quatro andares. A casa foi cortada ao meio pelo tabique das paredes. E ainda me recordo da preocupação e tristeza da minha prima Ana Maria com o problema. Também do empreiteiro que se deparou com um problema que não contava. Também foi triste para mim sabendo que tinha lá habitado família minha. Enfim são opções.

 

 

A parte que deu origem ao prédio tinha ficado para os caseiros dos meus tios-avós que não tinham filhos e que cuidaram do meu tio Zé (tio por afinidade) até ao fim da vida. Um acto louvável que não é único na família.

Os caseiros que não tinham, penso eu, a afectividade familiar optaram por esta solução.

E o brasão lá continua sem ninguém saber de quem é, e o que significa. Mas eu hei-de saber e publicar neste blog. Sei que eu sou descendente dos Monteiro de Souza Magalhães e dos Coelho da Silva, segundo dizia a minha prima Lélé de Trigais, já muito velhinha e linda e eu muito novo. Ela é a base da minha pesquisa. Obrigado prima.

publicado por Rafael às 22:46 | comentar | ver comentários (3) | favorito
tags:
18
Jul 10

O porquê deste blog

 

Primos de Trigais

Já ando há muito tempo para criar este blog de apontamentos sobre a história da minha terra, aliás, sobre a história que está ligada a mim. Nasci em Castelões de Cepeda na antiga vila de Paredes que agora é cidade. Foi há 42 anos, ainda me lembro de quanto era pacata e sossegada.

 

Muito passado já se perdeu, mas aqui quero preservar um pouco dele principalmente da minha família que habita estas terras há muitos anos. Quero preservar as histórias que a minha prima Lélé de Trigais me contava, prima direita do meu avó Sebastião. Quero encontrar a veracidade dessas histórias e conhece-las melhor. Quero saber a história do brasão que me diziam ser da minha família e que ainda existe, graças a Deus, na Praça Capitão Torres de Meireles, antiga Praça do Avelino. Tenho uma ideia, quase um palpite que pertence do lado da minha trisavó, avó do meu avó materno. E vou encontrar...

publicado por Rafael às 21:03 | comentar | ver comentários (2) | favorito
tags: