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Ao Encontro do Passado

Um blog de apontamentos sobre a história que me dá identidade. Da terra que nasci e vivo.

Ao Encontro do Passado

Um blog de apontamentos sobre a história que me dá identidade. Da terra que nasci e vivo.

Família de Sebastião Monteiro Pereira da Silva - Castelões de Cepeda (1900-1973)

27.11.11, Rafael

 

 

 

Sebastião Monteiro Pereira da Silva casou com Arminda Ferreira Alves a 18 de Março de 1922 (conservatória da Régua), meus avós maternos.

Nesta foto de 1924 tirada em Luanda - Angola vemos da esquerda para a direita, Maria Ferreira Alves, Flávio Ferreira Alves (meus tios-avós), José Augusto (meu bisavô materno), Sebastião Silva, Arminda Ferreira Alves (meus avós matenos), e Maria Arminda Alves Pereira da Silva Minha tia) ao colo da criada. Nesta altura estaria a minha avó gravida da minha mãe, Maria José Alves Pereira da Silva, que viria a nascer a 12 de Junho de 1925.

Igreja de São Tomé de Bitarães - Paredes

26.11.11, Rafael

Igreja de São Tomé de Bitarães - Minho Pitoresco

 

A igreja paroquial de Bitarães, da invocação de São Tomé, foi construída no século XVIII. O templo ergue-se no local de um outro, que segundo a tradição teria sido erguido por iniciativa da infanta D. Mafalda, filha de D. Sancho I, na primeira metade do século XIII. 
O edifício actual, situado no fundo de uma larga alameda de tílias, e antecedido por um singelo cruzeiro de adro, possui fachada tipicamente barroca, aberta por portal recto, com frontão circular rematado por grupo escultórico. É rematada por cornija corrida, interrompida ao centro pelo alto janelão de verga recta que se rasga sobre o portal, e no seu eixo. De cada lado deste, e sob o entablamento, fica um pequeno óculo circular. O frontão é circular, ladeado por dois pináculos de base quadrada, e flanqueado por duas sineiras em arco pleno, com coroamento de volutas. É encimado por grande cruz. Toda a fachada é revestida de azulejos. 
O interior é de nave única, com capela-mor rectangular, aberta por arco triunfal de volta perfeita, abrigando um interessante altar de talha dourada. O tecto, em madeira, e com perfil de meio canhão, está inteiramente decorado com caixotões pintados, figurando cenas bíblicas e imagens de Apóstolos e Santos. A nave conserva vários retábulos de talha dourada, e algumas telas. 

 

Classificado como IIP - Imóvel de Interesse Público

Decreto n.º 28/82, DR n.º 47, de 26-02-1982

 

in: http://www.igespar.pt - Sílvia Leite

Solar da Venda - Antigo sanatório de Louredo da Serra - Paredes

25.11.11, Rafael

Solar da Venda - Louredo, Paredes

 A Casa da Venda é um edifício datado da segunda década do século XX, destinado a habitação e adoptado, posteriormente, para sanatório, entrando num processo de degradação contínua, a partir da década de 1960 encontrando-se actualmente em ruína, com excepção das fachadas que permitem uma leitura e caracterização arquitectónica.
É um edifício marcadamente revivalista manifesto num eclectismo de “estilos” bem ao sabor dos anos 20 do século passado, tendo tido como base de inspiração duas orientações: os solares nortenhos dos séculos XVII-XVIII e o dominado “estilo D. João V “ ou barroco”.
Caracteriza-se por três pisos ritmados por janelas altas, portas e varandas de duas folhas e de bandeiras fixas rectangulares ou arredondadas com desenhos curvilíneos, ornamentadas com molduras graníticas rematando as padieiras com os cantos superiores alargados em esquadria e delimitados por um friso simples em relevo com aventais recortados onde se penduram borlas, em alternância com molduras de padieira arqueada e com um pequeno friso boleado, em relevo, ambas na tradição da casa urbana portuense dos séculos XVII-XVIII.
A plástica decorativa manifesta-se, também, nas volutas da fachada, nos remates dos cunhais, nas cornijas que pontualmente se encurvam acima da linha do telhado e nos boiões que rematam os ângulos do corpo mais elevado.
Para além daqueles elementos decorativos que animam a construção destacam-se painéis de azulejos, em azul cobalto e branco, alguns dos quais com motivos alusivos a monumentos da região, distribuídos pelas fachadas.
O carácter cénico da construção articula-se, claramente, com o enquadramento natural envolvente, estabelecendo uma forte relação casa-jardim.
No passado, a Casa da Venda foi palco de eventos culturais e sociais com projecção nacional e internacional veiculada na imprensa da época. Hoje, continua como marco de referência, devido à sua imponência e ainda por ter servido de estância de “cura e repouso”.

 

O filho do Filósofo e Orador Leonardo Coimbra, o Dr. Leonardo Coimbra (Filho), licenciado em Medicina, foi Director do Sanatório de Louredo da Serra. 

Gentes ilustres de Paredes

23.11.11, Rafael

 Data provável da fotografia: início do século XX muito perto de 1900.

 

Da fila de cima o terceiro do lado direito é o meu tio bisavô, António Monteiro de Sousa Magalhães. Era filho de Miguel Joaquim de Sousa Magalhães e  Sophia Monteiro Coelho da Silva.
Foi baptizado a 12 de Novembro de 1874 e veio a falecer a 27 de Novembro de 1948, com 74 anos na sua casa na Avenida da República.
Foi herdeiro e proprietário da casa brasonada na Praça do Avelino, da parte esquerda que não foi demolida e ostenta o brasão. Deixou em testamento ao seu sobrinho, Feliciano Monteiro Pereira da Silva, que foi 1º sargento enfermeiro, este por sua vez vendeu ao seu irmão mais velho, Ernesto, deixando este, à sua filha Ana Maria já falecida e actualmente dos seus legitimos herdeiros seu marido Miguel e dois filhos. Os restentes bens deixou ao seu sobrinho Sebastião Monteiro Pereira da Silva, meu avô materno.
Era seu tio materno Padre António Alberto Coelho da Silva, nascido a 23 de Julho de 1913, foi pároco de Castelões de Cepeda desde Outubro de 1841. Veio a falecer a 13 de Agosto 1880.
Era seu tio paterno o Padre Joaquim José de Sousa Magalhães (Abbadim).
Se identificarem alguém nesta fotografia por favor deixem um comentário.
Acrescentado a 15/12/2011
O Bombeiro na foto, em baixo ao centro, poderá ser o comandante Claudemiro Teixeira da Silva dos BV de Paredes de 1889 a 1900.
António Monteiro de Sousa Magalhães era irmão do comandante Abílio Monteiro de Sousa Magalhães dos BV de Paredes em 1901.

Os meus bisavós com os seus sete filhos

22.11.11, Rafael

 

 

Fotografia impar, com a minha bisavó Emília Monteiro de Sousa Magalhães o meu bisavô António Pereira da Silva e os seus sete de nove filhos pois dois faleceram ainda em criança, aliás foram 3 segundo uma agenda do meu bisavô, mas estando aqui 7 fico em dúvida, que aliás pretendo esclarecer.

O Jovem de fato mais claro é o meu avô materno, Sebastião Monteiro Pereira da Silva pessoa muito conhecida e querida em Paredes que nasceu na casa brasonada da minha família. Foi dirigente do União Futebol Clube de Paredes.

Ao seu lado estão os meus tios avós, por ordem de idades, Ernesto, Feliciano (Padrinho da minha mãe), entretanto nasceu um com nome Lúcio que morreu com 13 meses e outro com o mesmo nome, Lúcio que faleceu com 4 anos, de seguida nasceu o meu avô Sebastião, a minha tia avó Maria Aurélia, o meu tio avô, Belmiro Augusto (Tio Miro que esteve na marinha), Joaquim (faleceu com 13 meses) e a minha tia avó Sofia que conheci e convivi muito com ela, que é mãe do Pintor Henrique Silva (a bébé nesta fotografia)

Casa antiga já demolida em Fonte Sagrada - em frente à Adega Cooperativa de Paredes

21.11.11, Rafael

 

 

Casa do meu primo Hernani Pacheco de Souza Magalhães irmão da minha prima Lélé de Trigais. 

Era filho de Abílio Monteiro de Sousa Magalhães - secretário da administração deste concelho e de Albina Moreira Pacheco de Magalhães natural de S. Cosme de Besteiros e esta filha de José Moreira Pacheco e Joaquina de Bessa.
Teve três filhos, Julieta (médica), António Abílio, que habitou a casa e foi seu propriétario e Alberta ainda viva.

 

 

Assento de baptismo de António José filho de José Guilherme Pacheco - 7 de Fevereiro de 1864

19.11.11, Rafael

Aos sete dias do mês de Fevereiro do ano de mil oitocentos e sessenta e quatro nesta Igreja Paroquial de Salvador de Castelões de Cepeda, Concelho de Paredes, Diocese do Porto. Eu o presbítero António Alberto Coelho da Silva, Abade da mesma freguesia baptizei solenemente um individuo do sexo masculino, aquém dei o nome de António José e que nasceu nesta freguesia à uma hora da madrugada do dia catorze do mês de Janeiro do dito ano de mil oitocentos e sessenta e quatro, filho legitimo, primeiro do nome, de José Guilherme Pacheco, Bacharel em directo, Advogado, natural da freguesia de São Veríssimo de Nevogilde, Concelho de Lousada, Diocese do Porto, e de Dona Joanna Augusta de Magalhães, Administradora de sua casa, natural da freguesia de São Martinho de Penafiel, concelho de Penafiel, Diocese do Porto, recebidos nesta freguesia do Salvador de Castelões de Cepeda e da mesma paroquianos, moradores no lugar da Vila de Paredes; neto paterno de Manuel Albino Pacheco, e de dona Anna Maria Cordeiro Pacheco, e materno de José Luís de Magalhães e de Dona Maria Rita (???) Foi padrinho António José Moreira da Rocha, solteiro, Médico cirúrgico e Madrinha sua irmã Dona Maria José Moreira da Rocha, ambos moradores na Rua de S. Miguel freguesia da Nossa Senhora da Vitória da cidade do Porto, os quais todos sei serem os próprios. E para constar lavrei em duplicado este assento que depois de ser lido e conferido perante os padrinhos comigo assinaram. Era et supra (a data como acima)

 

Os padrinhos António José Moreira da Rocha

Maria José Moreira da Rocha

 

 

O abade António Alberto Coelho da Silva

 

 

- Transcrito do assento de nascimento com escrita actual, pode conter alguma incorrecção -